O Scriptorium Digital é um espaço onde se procura conhecer as Humanidades – estudando a cultura, o pensamento e a expressão humana.
Últimas entradas:
A Viragem de Birmingham
Recepção da Mensagem na Cultura Ordinária Fundada na década de 1960 na Universidade de Birmingham por figuras como Richard Hoggart, Raymond Williams e, mais tarde, Stuart Hall, o CCCS (Centre for Contemporary Cultural Studies) promoveu uma verdadeira revolução no modo de pensar a cultura. Frente ao pessimismo determinista da Escola de Frankfurt — que via na…
A Economia do Capital Cultural
Missiva a um Artífice. Car@ amig@, Escrevo-te estas linhas ao final da jornada, quando o ruído do dia finalmente amaina, a bancada fica limpa e o pensamento encontra espaço para serenar. Fiquei a ruminar nessa questão, nessa inquietação tão premente sobre o que é, afinal, o capital cultural e de que modo um artífice, a…
A Indústria de Adorno
Esclarecer para o Desengano das Massas. Em 1944, no exílio americano e perante o avanço do totalitarismo e do capitalismo de consumo, Theodor Adorno e Max Horkheimer escreveram o capítulo central da Dialéctica do Esclarecimento: «A Indústria Cultural: O Esclarecimento como Decepção das Massas». A escolha do termo Indústria Cultural serve para rejeitar a ideia…
Como navegar neste espaço:
O que aqui encontras é o resultado de uma imersão em textos, imagens e sons; em ideias e conceitos; em símbolos. Senti a necessidade de criar um Zettelkasten, um sistema que permitisse organizar o conhecimento obtido nessa viagem. E de criar esta forma de o partilhar.
- O Manifesto: A bússola filosófica e o método P.A.R.T.E. – para garantir a coesão existencial através do processo criativo.
- As Sementes: Notas rápidas, fragmentos em bruto, excertos ou citações – ecos do quotidiano, que são o gérmen deste ecossistema.
- A Colheita: Artigos estruturados, leituras críticas e ensaios desenvolvidos – a minha reflexão teórica e o meu posicionamento.
- As Tinturas: Ficção, narrativas experimentais e outras anomalias – panaceias concentradas para a alma.
- A Oficina: onde se discutem os aspectos tecnológicos, como linguagens de programação e outros temas das Humanidades Digitais.
Cuidado!
Não estás a entrar num museu asséptico, mas sim numa oficina de resistência. É um jardim digital cultivado para consulta e destilação de ideias, fora do fluxo das redes e da interacção imediata. Isento dos estímulos acelerados da sociedade contemporânea, este portal reúne apontamentos, teoria e escritos mais informais que exploram a cultura e a expressão humana. Sê bem vindo!