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reflexões, ficção e outras narrativas

Categoria: Sementes

  • Primeiros anos de Hall no CCCS

    Os primeiros anos de Stuart Hall no Center for Contemporary Cultural Studies, em Birmingham.

    Na minha opinião 1968 será o ano em que Stuart Hall assume a direcção do CCCS e 1973 o ano em que apresenta o modelo de como é produzida e recebida a mensagem transmitida pelos media (codificação/descodificação). Os media asseguram a hegemonia da elite e a sua mensagem pode ser recebida por aceitação, negociação ou oposição pelo “público” em geral. 

    Nota – correcções de IA:

    1. A data em que Stuart Hall assume a direção (1968 vs. 1969/1979)

    • O erro: Stuart Hall não assumiu a direção definitiva em 1968.
    • A correção: Em 1968, Richard Hoggart (o fundador do CCCS) foi nomeado para a UNESCO, e Stuart Hall assumiu o papel de diretor interino (Acting Director). Ele tornou-se oficialmente o diretor efetivo apenas em 1969, cargo que ocupou até 1979 (quando saiu para a Open University) .

    2. A data do modelo de Codificação/Descodificação (1973)

    • O erro: O ano de 1973 está parcialmente correto para o ensaio original, mas a versão consagrada e amplamente citada do modelo é posterior.
    • A correção: Stuart Hall apresentou o texto original (“Encoding and Decoding in the Television Discourse”) em 1973 como um paper de trabalho para o CCCS . No entanto, a versão definitiva, revista e publicada como capítulo de livro — que se tornou a referência mundial que usamos hoje — foi lançada em 1980 no livro Culture, Media, Language .
  • Nomear a realidade

    Quem nomeia a realidade domina o significado da sua experiência.

  • Escrever para curar

    “Escrever para curar. Não para curar a dor, mas para curar-se da ilusão do Eu.”

    — Chantal Maillard

  • A verdadeira segurança

    A verdadeira segurança não é a ausência de conflito, mas a coerência da alma.

  • O Som e a Fúria

    “A vida é uma história

    Contada por um idiota,

    Cheia de som e fúria,

    Significando nada.” 

    Macbeth (acto V, cena 5) – William Shakespeare

  • Homo faber

    Na antropologia cultural, a figura do artífice (do homo faber) é aquela que domina tanto o conceito intelectual como a execução manual.

  • O som do tambor

    Cada um caminha ao som do seu próprio tambor.