O cansaço provoca o desgaste da percepção; o momento em que a ferramenta deixa de ser corpo e volta a ser metal. É o ruído que ameaça a unidade.
A resposta é bruta: o café e o tabaco para mascarar a falha, e o excesso de intervalos que, na tentativa de recuperar o fôlego, acabam por quebrar o ritmo. Viver aos soluços.
A resistência não é força, é compasso. É o rito que sustenta o gesto quando a vontade se fragmenta. Menos esforço bruto, mais método.
O metal pesa,
O ritmo é âncora,
O gesto liberta.