A máscara não é tecido mas uma liga de dever e silêncio moldada no rosto. Quando o estojo de facas se abre, a angústia e a devoção respiram no mesmo fôlego: o aperto no peito que se entrega ao fogo, prece seca que sustenta.
Exausta, a face sob a máscara subsiste. Tateia entre o estrépito e o vazio, busca por um sentido que escape à repetição. Mas o perigo é mudo: de tanto uso, torna-se máscara. Para o bem e para o mal, somos o que repetimos; o ferro torna-se carne.